domingo, 14 de agosto de 2011
BlogdoRuy: Até onde o filme poderia ser bom...
BlogdoRuy: Até onde o filme poderia ser bom...: "Até 2003 trabalhei com filme,mas cinco anos antes aposentei meu laboratório, porque já fazia muito tempo que a qualidade dos papeis e..."
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
O Filme encantou gerações e ainda encanta...
Não importam quais são as dificuldades reais ou obstáculos, o FILME continua mantendo
Fãs ardorosos , inclusive nas novas gerações de fotógrafos.
O cinema ainda mostra nos filmes fotógrafos que resistem ao digital, que trabalham a luz vermelha no laboratório e ainda penduram as fotos para escorrer.
E olha que a secadeira de papeis já existe há muitos anos...
Isto mantém o Filme vivo e fotógrafos que não querem saber de photoshop.
Que fazer para convencer ou desfazer este encanto???
Respondo: Deixar o tempo passar, as dificuldades aumentarem a ponto de não haver saída
Enquanto isto, os que migraram definitivamente para o digital. Vão formando uma nova categoria de fotógrafos e ainda há aqueles que nasceram como fotógrafos na era digital.
Como diz José Saramago (escritor) o novo não tem que ser necessariamente bom e o antigo idem.
O meu encanto com a fotografia analógica morreu por causa das dificuldades do mercado como um todo.Pratiquei a fotografia analógica até 2003 e por razões profissionais e pessoais me adaptei a esta mudança de tecnologia
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Até onde o filme poderia ser bom...
Até 2003 trabalhei com filme,mas cinco anos antes aposentei meu laboratório, porque já fazia muito tempo que a qualidade dos papeis e químicos vinha decaindo ou o pior, no caso dos químicos, um deles que era se suma importância teve que ser substituído por outro “genérico”, que teoricamente possuía os mesmos processos ativos.
Na teoria funcionava, mas na pratica e a curto prazo ele mostrava resultados que modificavam a durabilidade das fotos.
Pergunto : Porque fotos antigas, de mais de 100 anos estão só ligeiramente amareladas
e fotos de menos de 20 anos (antes de 1998) apresentam manchas ou simplesmente se apagam.
Falando por mim,eu não vejo razão por tais coisas acontecerem, pois até então eu segui
todo o processo desde a preparação dos químicos, armazenamento dos mesmos(tempo de validade) até o tipo de fixador usado (sempre novo) e na lavagem das fotos sempre em tempo maior, com água filtrada e em temperatura correta etc
Enfim se havia uma “cartilha” a seguir, eu pessoalmente a seguia.
O Grande problema, em termos de Brasil, é que a Kodak brasileira só se interessava em vender seus produtos.Suporte técnico, na minha opinião nunca existiu.
Alias, não só no ramo da fotografia, mas em outros uma coisa é o departamento de vendas, que se preocupa em suprir o mercado.Outra coisa bem diferente é o suporte técnico, que ou simplesmente não existe ou quando existe é difícil de se obter.
Recentemente, cito como exemplo a minha banda larga.Na esperança de ter uma internet mais rápida eu comprei o plano de 15 mega, que vivia caindo e que quando solicitado via telefone por um suporte técnico, recebia-se as mais diversas configurações
Sobre pena de que se o técnico tivesse que vir até o local e atestasse que o problema era
de meu computador seria cobrada uma visita.
Quando, por ocasião de uma troca de molden, realizada pela própria fornecedora da banda larga, a conecção piorou e ai resolvi chamar um técnico deles.
Chegando aqui o técnico constatou, que a distancia de cabeamentos entre o “armário” e a minha casa superava o que era tecnicamente viável e minha conexão foi reduzida para 10 mega, com sucesso. Não cai mais.
No caso da fotografia, com filme ( e sem internet na época) era um beco sem saída.
A solução encontrada hoje, por grandes fotógrafos (aqueles que ainda insistem em fotografar com filme) é digitalizar o negativo.
Não seria mais fácil fotografar direto em digital e depois fazer no photoshop uma foto com “cara de foto com filme”.
ISTO É POSSIVEL, PODE CRER.
E a coisa é mais simples do que parece.Primeiro pense em uma fotografia o mais clássica possível, isto é não imagine em trocar o fundo depois, nem em tirar elementos da foto via digital. Não use filtros suavisadores, no caso dos retratos.Imagine que não existe o digital...A única coisa digital que você não vai poder escapar e não pode esquecer é ADICIONAR grão a foto.A vantagem que você poderá dosar o quanto de grão você quer.Outra que você irá poder dosar a nitidez da foto.
Recentemente, eu tive um problema com uma cliente, que já tinha fotografado comigo no tempo do filme e quando ela recebeu as novas fotos em digital, percebeu o que ela
Chamou de “falta de textura”.
Sendo ela uma boa cliente, eu refiz as fotos, a partir dos arquivos originais e o resultado é que as fotos ficaram bem próximas as que ela já tinha, como se tivessem sido feitas com filme de 400 asas, com um pouco de granulação ( o que ela chamou de textura).
E em um preto e branco bem próximo ao do papel fotográfico.
Mesmo com os truques acima. Hoje o papel fotográfico é um só. Tanto faz uma foto feita com filme ou outra in digital puro, os pretos, brancos e cinzas jamais serão como aqueles do antigo papel fotográfico não resinado.
Mesmo assim, há no mercado filmes PB, químicos e papeis “à moda antiga”.Resta saber
Que resultado isto pode ter, quanto esta foto analógica vai durar.
Será mais um produto à venda?
Será mais um produto à venda?
de fotografia: Introdução
de fotografia: Introdução: "BlogdoRuy introdução A finalidades desde blog é um intercambio de idéias, experiências e quais os melhores caminhos a seguir na arte fot..."
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
biografias Grandes Fotografos- 1 KARSH
Yousuf Karsh
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Yousuf Karsh (Mardin, 23 de dezembro de 1908 — Boston, 13 de julho de 2002) foi um fotógrafo canadense, de origem arménia. Foi um dos fotógrafos de retratos mais famosos e bem sucedidos da história. A imagem que fez de Yousuf famoso foi a de Winston Churchill, que causou impacto a nível internacional, sendo a fotografia de retrato mais reproduzida na história.
Curiosidade:
Karsh era o tipo de fotografo, que fazia retrato meticulosamente estudados e em seu tempo não se faziam múltiplas imagens.
Para tanto ele mandou construir uma maquina fotográfica, única, especial para ele, que
Usava 2 filmes, 2 lentes e permitindo assim bater um click em preto e branco e em seguida outro click a cores sem que o modelo saia da posição (marcação de luz, etc) e obtendo assim 2 fotos praticamente iguais.
Hoje poderia-se sincronizar 2 cameras para fazer multiplos disparos ao mesmo tempo,
O que não garante o mesmo resultado obtido por um Gênio como Karsh
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Fotografia, a Invenção
A necessidade e o desejo de registrar imagens tornou-se
um objetivo de dois inventores franceses há mais de 150
Anos em Paris.
De lá para cá muita coisa mudou e evoluiu.
A própria palavra Foto-Grafia, definida como escrever com
a luz foi se transformando ao longo dos tempos e ganhando
Novos significados.
Fotografar tornou-se uma forma de se expressar, não apenas
com luz e sombra, mas como uma maneira de ver as coisas, de
denunciar atrocidades, de mostrar a beleza, de ganhar dinheiro
com a profissão de fotografo.
Quando a profissão, ela será assunto neste blog, mais para frente.
Quando da sua invenção, certamente não havia na cabeça de
seus inventores a idéia de uma forma de comercio, pois o gran-
de trunfo dos cientistas é ver o seu invento ser aprovado, útil.
O Comercio vem de outras cabeças que pensam em números,
justamente ao contrario na cabeça do artista.
Mesmo grandes gênios inventores, como Da Vinci, tinham
em mente mostrar ao mundo coisas que poderiam ser úteis.
Em fotografia, por exemplo, há uma grande diferença entre
fazer uma foto projetada para vender um produto, geralmente
pensada por outras cabeças ávidas por cifras, e fazer uma foto
com a mesma finalidade dando livre força de se expressar,
criar, algo que venha a preencher a mesma finalidade, ”com
“O risco” de não ser aceita pelo publico, na opinião dos publi-
citários.
Quando um fotografo ganho o status de “Gênio”, ele ganha
também o direito de criar livremente, mas para tanto, riscos
tem que ser corridos, pelos meios de comunicação.
Enfim, esta é uma forma reduzida de falar de fotografia.
Há muitos aspectos a serem desenvolvidas, curiosidades e
coisas que fui “colhendo” desde que vi o filme Blow-Up,
o qual despertou em mim a paixão pela fotografia.
Continue seguindo o meu Blog.
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